Um dos textos mais, digamos, divertidos de escrever foi o que intitulei de “Um dia ainda te pego” .... Acho que quem leu o tÃtulo deve ter achado que poderia ser algo relacionado a safadeza 😆! Sinto decepcionar, mas nesse contexto, estava falando de um velho amigo que, hoje recebo de braços abertos, mesmo à s vezes querendo um pouco longe de mim, o medo. E não é aquele medo do filme “Divertidamente” não, aquele até que é bem bonitinho...
Medos todos nós temos, mas em
certos contextos, certas situações e circunstâncias, precisávamos enfrentar
antes que fiquem maiores e perdemos a força e a coragem para fazer o que temos
que fazer. O medo não precisa ser o vilão das nossas histórias, fica perigoso
quando o deixamos crescer demais.
Prioridades...ainda acho
bastante necessárias. Por que enfrentar, seja o medo ou o que for, não é sobre
bravura, é sobre escolher o que importa mais do que o desconforto. É quase uma
matemática emocional: “o que eu quero vale mais do que eu temo?”. A gente vai
com medo, mas vai e as vezes, tremendo ainda 😄
Uma amiga me fala de vez em
quando que sou corajosa, se referindo em particular as minhas cirurgias. A
questão aqui não é nem coragem, é precisar mesmo. Tenho medo de cair, sim. De
precisar de outra cirurgia, sim...Tenho medo de tanta coisa, mas agora já um
pouco mais velha, percebo que se deixar o medo vencer, já era, você se entrega.
E, se entregar, só romanticamente talvez e, mesmo assim dá um medo danado
hahaha