I had a few crushes before and hope I have a few more in my life, because there's nothing like those
butterflies in the stomach to remind us that we're still alive, or at least functioning It’s exciting and a
little bit scary at the same time, especially in my reality.
Que chique, escrevendo em inglês só pra dar aquele charme internacional ao relato! 😄
Pois é... confesso que “crush” soa mais bonito que “paixonite”. Embora já tenham me dito que Crush
era o nome de um refrigerante lá pelos anos 70/80. Fazer o quê. Não tenho crush em refrigerante,
só em pessoas mesmo, tá? Só para deixar claro, antes que venham com alguma piadinha.
O máximo que posso sentir por uma bebida é sede.😂
Bom, a verdade é que relacionamentos ou até ter um crush é tão excitante, tão bonito né...até parece que a gente ganha asas e sai voando... o X da questão é quando essas asas vêm sem manual de
instruções e o pouso não é garantido, em alguns casos, esses voos não precisam ser até o chão né....
Calma, eu explico! Nem todo mundo encara de peito aberto relacionar-se com alguém
que foge do padrão, né? Demorei para aceitar que, às vezes, o maior desafio não era conquistar o crush,
mas sobreviver ao julgamento alheio. Demorei para aceitar e entender a ideia do que poderia enfrentar,
por assim dizer. Mas não dava para inventar um método de rejeição gentil? Só para evitar feridas
profundas...😂
Já escrevi e falei sobre isso algumas vezes, acho, com outros títulos, outras palavras e outros enredos.
O sentimento, porém, segue igual: cansaço misturado com frustração, mas sempre com aquela
pitada (generosa) de esperança. Amante dos amores e dos crushes, mesmo que o universo insista
em me presentear com algumas paixões não correspondidas que, convenhamos, são um clássico
da vida moderna.
Uma história feliz por favor? Por exemplo, foi um texto que, digamos, foi um crush que deu
certo por um instante até virar só mais um episódio da minha série de idealizações românticas. Foi
também minha relação com idealizações românticas e tal.😏
Certa vez declarei numa rede social que, se aquilo que ouvi realmente tivesse abalado minha autoestima,
estaria perdida. É claro que no primeiro momento, claro que aquilo me afetou, afinal sou daquelas
que demonstra afeto (quando gosto falo mesmo, acho que até demais....paraaaaaaaaaaaaaaaaamenina!)
em volumes impróprios para menores😂, mas chega uma hora que a gente cansa. Cansa de justificar-se,
de explicar-se, de provar que merece ser vista além do óbvio. Cansa de lidar com gente que acha que
limitação é incapacidade, diferença é desinteresse, humanidade é fragilidade.
E aí, nesse cansaço, nasce uma força estranha. Uma força que diz: “Eu continuo tendo crushes, sim.
Continuo me apaixonando, sim. Continuo voando, sim”. Às vezes caímos em ciladas emocionais...
não tem bula que explique né...
Porque no fim das contas, crush é isso: um voo curto, um friozinho na barriga, um sorriso besta
no meio da rua. Mas também é um lembrete de que eu posso, e devo, gostar de alguém sem me diminuir
para caber no olhar de ninguém.
E se não der certo? Sem crise. Reajusto as asas, sacudo a poeira emocional, tomo um shot de coragem…
e sigo. Mesmo que possa demorar um pouco 😉 Porque a vida é longa, os feriados são muitos,
e eu ainda tenho vários crushes pra viver...espero! 😉
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