No dia 17 de abril de 2026, aqui em Brasília mesmo, ouvi algo que me chamou muita atenção: psicologia das necessidades especiais. Achei tão engraçado. Não engraçado de deboche, mas de surpresa e curiosidade, pois nunca tinha ouvido falar em uma disciplina dessa, e olha que eu faço psicologia 😉
E fui pensar.... bater cabeça mesmo...pesquisar, pesquiso
primeiro na minha cabeça, (como se fosse uma enciclopédia, mas é só achismo
mesmo 😅) e depois na internet. E, cheguei à seguinte conclusão totalmente passível
de estar errada, mas é minha, então vai assim mesmo: essa psicologia das
necessidades especiais parece um pouco com ACP (Abordagem Centrada na Pessoa),
que aliás todas as abordagens deveriam ser centrada na pessoa, mas aí já estou
aloprando demais 😂
O fato é que, do que jeito que eu ouvi, as duas coisas
pareciam se abraçar, se complementar, pelo menos na minha cabeça de estudante
que ainda está tentando entender onde cada teoria se encaixa. Não sou uma
profunda conhecedora de nenhuma abordagem da psicologia, até porque isso leva
tempo e nem formada eu sou ainda, mas sinto que ambas tem esse perfume de
humanismo, de olhar o sujeito para além do seu diagnóstico. E, futucando um
pouco mais aqui e ali, as duas são compatíveis no sentido de defenderem o olhar
para o ser humano em sua totalidade.
Sou impressionável para algumas coisas. Sou sensível e emotiva,
dessas que se comovem com palavras, ideias e, às vezes, pessoas (mas esse
segundo não quero falar agora, pode ser em outro capítulo talvez😉).
O nome Psicologia das Necessidades Especiais me chamou particularmente a
atenção porque, rebobinando a fita, lá em 1990, “necessidades especiais” era
como se referiram a uma pessoa com deficiência, se usava portador de
necessidades especiais (que bom que mudou, ufa!). Eu, por exemplo, hoje em dia
o que eu porto no máximo um sorriso, quando estou de bom humor, no rosto e
minha necessidade (essa sim, muito especial) é ser respeitada.
E aí, fiquei pensando: se isso era o nome de uma disciplina,
que necessidade especiais seriam essas? Porque hoje só consigo pensar nas necessidades
que qualquer pessoa possa ter, tendo uma deficiência ou não. Claro que, tendo
uma circunstância diferenciada de uma pessoa sem deficiência, há algumas
necessidades a mais que outras, mas, não sei se podemos classificar como
especiais não, para mim são necessidades básicas.
Talvez eu deva pesquisar mais, saber com exatidão o que é ou
era, essa psicologia ai que ouvi e me deixou mais curiosa do que já sou 😉