terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Uma história feliz por favor?
Quando pequenininha acreditava em contos de fadas e finais felizes. Depois de crescidinha acreditei que os finais felizes dos contos de fadas que tanto gostava de ouvir, ver e sonhar, serviriam para mim também. Acho que com o passar do tempo me senti mais o patinho feio das histórias. Acho que sempre quis me sentir como aquelas princesas que eram salvam de alguma forma pelos seus príncipes encantados. Mas enquanto agente vai crescendo percebe que contos de fadas não existem, pelo menos não como gostaríamos, como muitas vezes sonhamos.
Muitas vezes achei ter encontrado príncipes mas no final eram sapos. Outros até pareciam príncipes mas no fim não dava nem para ser sapos, as vezes eram coisa bem pior :)
Depois, anos depois, todas ou quase todas as noites, deitava a cabeça no travesseiro e desejava, ah...como eu desejei, não só um príncipe encantado, pois já estava cansada de sonhar e acordar todos os dias e ouvir todas aquelas provocações, humilhações, rejeições, enfim, tudo aquilo que me fazia não mais acreditar no que acreditava antes, mas desejei com toda a força uma pessoa companheira, que me entendesse, me amasse do jeito que eu sou mas, que acima de tudo fosse meu amigo. Toda noite era igual, desejei, pedi "essa pessoa". Esperei. Desacreditei. Não veio.Então parei de acreditar, de pedi, de desejar
Tive muitos "sapos", se os amei....não sei.
Depois de muito esperar, de não esperar mais, veio o dia de acreditar der novo mas, dessa vez não em contos de fada nem em finais felizes, mas em contos de vida e histórias felizes. E acho que acredito mais em mim também.
Tudo o que um dia desejei, e um pouco mais, chegou. Meu príncipe, meu amigo, meu companheiro, meu amor chegou.
Não me importa muito se teremos, se terei um final feliz ou não. Só quero poder ter uma história feliz.
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
My Angel ou...angels
Me considero uma pessoa de sorte sabe...Na vida você conta com pessoas que aparecem como anjinhos, que te amam não importa o quão difícil você ache que sua vida está, ou está mesmo. Pessoas que amamos desde pequenininhos e pessoas que escolhemos amar. Anjos especiais como amigos, família, novos amigos, velhos amigos, amigos de amigos, amigo que virou namorado :)Acredito sim, que as pessoas que amamos sejam anjos, gente de bom coração que nos ajudam, que nos acompanham, que nos amam, sem pedir nada em troca, simplesmente por nos amar, e isso não tem preços. Meus anjos, nossos anjos....
Sei que na vida passamos por algumas coisas sozinhos, nossa trajetória ninguém pode viver por você, é sua. Mas, poder, ter a oportunidade de vivenciar com nossos"anjinhos", ah...isso é maravilhoso!
Os amigos são a família que escolhemos, disse um grande amigo meu. Família, mãe, avós, irmã, tios, tias, primas, primos, etc, sempre serão muito importantes nas nossas vidas.
Amo e não peço que me amem de volta, fica a encargo de vocês :), é de graça. Amo amar vocês...anjos em minha vida!!! :)
domingo, 25 de novembro de 2012
ESCADA DA VIDA...
Pelo visto meus medos continuam em mim. Lutam aqui dentro. Tantas incertezas, tantos medos, muitas vezes causados por mim mesma talvez. Acabo por sem querer me boicotar (o que já disseram), fazendo com que pessoas queridas se afastem de mim. Mas juro, não é proposital....
Ô vida que sobe e desce. Não pára, não espera. A cada degrau que subo nessa escada da vida encontro fases de mim mesma. É estranho, confuso...Ver uma versão sua a cada 10 ou 15 passos que você dá. Você muda a cada andar. É como se...a cada passo, a cada degrau descobríssemos coisas novas sobre nós mesmos e, quando olhamos lá para baixo, podemos ver partes nossas que deixamos para trás ou porque queremos esquecer ou porque simplesmente o período de mudança está seguindo seu curso.Não é fácil mudar, deixar o passado para trás. Acho que deveria ser fácil mas não é. Nossos inúmeros "EU" estão lá, ou aqui, sei lá...Talvez esquecer simplesmente não seja uma boa ideia, ou talvez seja...não sei
Ô vida que sobe e desce. Não pára, não espera. A cada degrau que subo nessa escada da vida encontro fases de mim mesma. É estranho, confuso...Ver uma versão sua a cada 10 ou 15 passos que você dá. Você muda a cada andar. É como se...a cada passo, a cada degrau descobríssemos coisas novas sobre nós mesmos e, quando olhamos lá para baixo, podemos ver partes nossas que deixamos para trás ou porque queremos esquecer ou porque simplesmente o período de mudança está seguindo seu curso.Não é fácil mudar, deixar o passado para trás. Acho que deveria ser fácil mas não é. Nossos inúmeros "EU" estão lá, ou aqui, sei lá...Talvez esquecer simplesmente não seja uma boa ideia, ou talvez seja...não seisexta-feira, 21 de setembro de 2012
first step...
Primeiros passos nem sempre são fáceis. Com dificuldades, estabanados, prestes a nos derrubar. E, nem sempre temos quem nos pegue, evitando assim a quase que irremediável queda.
Aprendemos a cair desde cedo, ainda pequenos. Perninhas quase sem forças para nos sustentar. Leva-se tempo para aprendermos a andar mas, para cair, alguns instantes, segundos talvez.
Para muitos de nós, cair já virou parte das nossas vidas. Da minha com certeza já. Aprendi nova ainda. Me equilibrando, tentando, até dar meus orgulhosos primeiros passinhos. Não foi fácil mas fiquei contente de tê-los conseguido. É uma espécie de alegria misturada com emoção. Para gente mas, principalmente para nossos pais e familiares.
Damos primeiros passos em muitas coisas na vida. Nossa jornada começa lá atras, Aprendemos que não é porque caímos que deixaremos de tentar de novo, nem que seja pela milionésima vez,de andar.
Por diversas vezes desistência sobrevoava minha mente, mas é preciso muito mais coragem para ir a diante e tentar outra vez do que desistir. Toda vez que caía, a ideia de desistir passava por mim em forma de tristeza, raiva.
Sentia raiva por não ter conseguido uma, duas, três vezes. Sentia raiva da minha mãe por me fazer tentar de novo. Queria parar, estava zangada, não queria mais nada daquilo. Xinguei, dizia que era uma mãe ruim, mas, foi graças ao esforço dela que hoje estou em pé. Meio estabanada, mas em pé :)
Ás vezes não damos muito valor a certes coisas, não é por mal, é porque muitas vezes não entendemos a dimensão da situação.
Hoje, digo com muito orgulho OBRIGADA MAMÃE
Aprendemos a cair desde cedo, ainda pequenos. Perninhas quase sem forças para nos sustentar. Leva-se tempo para aprendermos a andar mas, para cair, alguns instantes, segundos talvez.
Para muitos de nós, cair já virou parte das nossas vidas. Da minha com certeza já. Aprendi nova ainda. Me equilibrando, tentando, até dar meus orgulhosos primeiros passinhos. Não foi fácil mas fiquei contente de tê-los conseguido. É uma espécie de alegria misturada com emoção. Para gente mas, principalmente para nossos pais e familiares.
Damos primeiros passos em muitas coisas na vida. Nossa jornada começa lá atras, Aprendemos que não é porque caímos que deixaremos de tentar de novo, nem que seja pela milionésima vez,de andar.
Por diversas vezes desistência sobrevoava minha mente, mas é preciso muito mais coragem para ir a diante e tentar outra vez do que desistir. Toda vez que caía, a ideia de desistir passava por mim em forma de tristeza, raiva.
Sentia raiva por não ter conseguido uma, duas, três vezes. Sentia raiva da minha mãe por me fazer tentar de novo. Queria parar, estava zangada, não queria mais nada daquilo. Xinguei, dizia que era uma mãe ruim, mas, foi graças ao esforço dela que hoje estou em pé. Meio estabanada, mas em pé :)
Ás vezes não damos muito valor a certes coisas, não é por mal, é porque muitas vezes não entendemos a dimensão da situação.
Hoje, digo com muito orgulho OBRIGADA MAMÃE
domingo, 24 de junho de 2012
Não tenho vocação nenhuma para ser alguém além de mim mesma.
Sou uma pessoa movida pela emoção, acho que até mais do que gostaria sabe, e, imagino que isso possa prejudicar um pouco, ou muito, dependendo da situação né.
E que...Quando eu gosto, gosto mesmo. E estou começando a achar que isso pode ser ruim sabe. Ah, sei lá.. Derepente posso gostar mais do que estão gostando de mim ou coisa assim.
Sou apaixonada pelas pessoas que me fazem bem. Amo de verdade, juro. Claro, de jeito diferente, mas amo todos. Mas é que, às vezes tenho medo de estar me envolvendo mais do que os outros. Honestamente, não seria primeira vez que isso acontece. Sou intensa, eu sei. Adoro demonstrar que estou gostando de verdade da pessoa e, nem todo mundo gosta de gente como eu, tão, tão... Cada um fala o que acha de mim, eu não sei o que elas acham. Acho que às vezes elas não falam exatamente o que pensam para não machucar. Sou sensível também. O amor é um capitulo da minha vida que, como o de todo mundo, trouxe alegrias e tristezas. Mas pensando bem, não mudaria nenhum capitulo dessa história, por mais difícil que tenha sido. Quem disse que viver seria fácil hein?
Espontânea, isso sou espontânea e muita gente estranha. Seriedade demais não é para mim. Claro que há certas ocasiões em que é preciso ter uma postura mais séria e se comportar como tal, mas, sinceramente, isso não é para mim. Claro que posso me comportar e tal e coisa, mas eu adoro ser do jeito que sou. Claro que ser do jeito que escolhi ser, sim foi uma escolha também, mas depois explico melhor, esse jeito tem consequências. Não sou muito levada a sério, pelo menos acho que não. É como se eu fosse uma criançona sabe. Mas sei que a vida não é só brincadeira nem nada disso, mas também não vou levar tudo tão a sério. Só vivemos o aqui e o agora e não vale de nada passar a vida pela qual prezamos e cuidamos tanto com brigas, picuinhas, gente que leva tudo a sério demais, etc.
Gente a vida é vida é muito curta! Ame, brigue, faça as pazes, brinque, ria. Seja quem você é.
Viver é uma arte!!!
terça-feira, 24 de abril de 2012
Interessante...
Li esse e-mail e achei que valia a pena postá-lo.
Deficientes relatam dificuldades e desafios em relacionamentos.
Programa na TV britânica fala sobre barreiras que deficientes têm de superar para conquistar vida amorosa bem-sucedida. As dificuldades e desafios enfrentados por deficientes quando o assunto é namoro são tema de uma série transmitida pela TV britânica - BBC, 4/4/12
Em diversos relatos, deficientes físicos e mentais contam as barreiras que têm de superar para conquistar uma vida amorosa bem-sucedida.
Adrian Higginbotham, de 37 anos, conta que para ele, que é cego, as dificuldades começam no primeiro contato, o ponto de partida para qualquer relacionamento.
'Você não pode entrar em uma sala de modo casual e dar aquela olhada. Você não pode sorrir para alguém que você já viu duas vezes anteriormente passando pela rua', diz Higginbotham.
Com um título provocante, o programa 'The Undateables' (que poderia ser traduzido como 'Os Inamoráveis') conta histórias como a de Higginbotham e virou alvo de discussões acaloradas nas redes sociais principalmente por conta do título.
O programa mostra ainda uma agência de namoros especializada em pessoas com dificuldade de aprendizagem, a 'Stars in the Sky', que assegura que seus clientes cheguem seguros ao local do encontro e os ajuda a encontrar 'a pessoa certa'.
A agência diz já ter organizado mais de 180 encontros desde 2005, com um saldo de um casamento, uma união entre pessoas do mesmo sexo, três noivados e 15 relacionamentos sérios.
Reações - O programa mostra que, apesar de muitos deficientes estarem casados e felizes ou não terem dificuldades para namorar, outros enfrentam uma gama variada de reações e, às vezes, atitudes estranhas, principalmente quando o par não sofre de deficiência.
Lisa Jenkins, de 38 anos, relata sua experiência em um encontro com um amigo de um amigo que não sabia que ela tinha paralisia cerebral.
'Nós entramos em um bar e ele imediatamente desceu os degraus diante de nós. Eu tentei descer, mas simplesmente não consegui. Não havia corrimão', conta.
Quando seu acompanhante perguntou se algo estava errado, Jenkins teve de contar sobre sua paralisia cerebral.
'Eu podia ver a mudança em seu rosto. Ele ficou instantaneamente menos atraído por mim', diz.
'Eu já tive homens que se sentiam atraídos por mim, mas achavam que havia algo de errado com eles por isso.'
Jenkins conta que já chegou a ouvir de um potencial pretendente que ele 'sempre teve interesse por sexo bizarro'.
Em uma sondagem feita em 2008 pelo jornal britânico The Observer, 70% dos entrevistados disseram que não fariam sexo com um deficiente.
Shannon Murray, uma modelo na casa dos 30 anos, há 20 em uma cadeira de rodas, conta que, quando era adolescente, alguns rapazes lhe ofereciam uma bebida e em seguida perguntavam se ela ainda podia fazer sexo.
Internet - O programa discute também a era dos encontros pela internet e um novo dilema surgido com ela: um deficiente deve revelar sua condição imediatamente ou esperar que as pessoas o conheçam melhor antes de contar sobre sua deficiência.
Murray - que tem sempre em seu telefone uma lista de bares e restaurantes com acesso fácil para cadeiras de rodas, com medo de parecer pouco independente em um primeiro encontro - diz que já fez os dois.
Ela conta que em apenas uma ocasião um pretendente resolveu abandonar a relação após descobrir que ela era deficiente.
Murray diz que tentou também a abordagem oposta, colocando em um site de relacionamentos comum uma foto em que sua cadeira de rodas era bem visível e uma frase bem-humorada, dizendo que, se o interesse da pessoa era escalar o Everest, ela não poderia ir junto, mas ficaria no campo base e tentaria manter a barraca aquecida.
'Esperava que, revelando minha deficiência assim, no início, geraria menos interesse, mas acabei recebendo mais respostas do que quando escondia a cadeira. Fiquei entre as cinco mulheres que receberam mais atenção no site naquela semana', conta.
sexta-feira, 20 de abril de 2012
PASSADO, PRESENTE E FUTURO (QUE VENHA COMO DEVE VIR)
Cenas do passado me vieram a mente ultimamente. E com elas, vieram sentimentos nada agradáveis que, sinto dizer, me acompanham desde aquela época.
Hoje sou muito menos "azucrinada" do que antes. Sei que isso ainda vai acontecer por algum tempo mas sei também que agora saberei me impor. O que obviamente não fazia, hehehe, aliás, eu não fazia nada. Chorava, ficava com raiva, até xingava ou, quando podia, batia. É...descobri que, como não tinha muita força nas pernas, nos braços eu tinha um pouco mais . :)
Fui crescendo e percebendo que havia outras maneiras de, digamos, me defender de pessoas que não só não entendiam como parece que não aceitavam e também desrespeitavam quem tinha nascido diferente.
Digo como sou e como gosto de ser tratada. Não quero e não tolero mais ser desrespeitada novamente. Tem gente que fala que é preconceito comigo mesma mas, prefiro eu dizer do quem dizerem aumentado, contarem mentiras e lorotas. Afinal, a vida é minha e quem melhor do que eu para dizer o que sou e como sou né.
Agora, sei que vou encontrar, como já encontrei, gente preconceituosa e mesquinha mas, já não vou mais me incomodar (muito) hehehe com isso. Sinceramente, não posso fazer nada, sou o que sou e, finalmente, aprendi a me aceitar assim. Se os outros não aceitam, fazer o que, não vou parar de viver por causa disso né. Seria o cúmulo!!!!
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