sábado, 4 de maio de 2013

Sou assim sim, com muito orgulho. Prazer, eu sou....

Começo me apresentando. "Olá, meu nome é....". A pessoa do outro lado olha, acha estranho e, sinceramente não me importo...mais. Sou assim mesmo, se não gosta, paciência. Não vou tentar fazer com que goste de mim ou me aceite ao seu lado. Cada um é cada um, certo? Certo, mas tem uma coisa da qual não abro mão, RESPEITO.
Quer me conhecer? Ótimo. Vamos conversar  Quer me julgar? Não é bacana, mas, me conheça primeiro e depois veja se sou tudo aquilo que pensou. Posso não ser como imaginam que eu deva ser, ou como esperam que eu seja talvez. Me ouça, não peço muito. Procuro sempre ser verdadeira a respeito de tudo mas, acima de tudo, dois pontos fundamentais para mim: meus sentimentos e quem sou, ou como sou.
Eu "escolhi" a vida que levo. Como muita gente não sabe o que tenho, nem posso obriga-las a saber, e parece que tem medo de perguntar. Hoje em dia, quem quiser vir conversar comigo, não tenho problema nenhum em contar o porque eu sou desse ou aquele jeito. A única coisa que peço encarecidamente é, se não pode conviver comigo sem me olhar torto ou sentir vergonha, não sou o tipo de pessoa que obrigue ninguém a nada.
Se sou como sou, tudo bem que posso ser um pouco exagerada, sou palhaça, brincalhona, meio moleca, etc. Gosto de ser assim e, aliás, conversando com amigos, resolvi dizer, depois de anos sem sequer me perguntarem, porque sou meio "doidinha", respondi e, respondo para quem se interessar, porque sou assim, ajo como ajo perante a vida como uma forma de compensação por algo que perdi ou acho que perdi.
Hoje, sou mais ouvida, me sinto mais ouvida e ao mesmo tempo isso é tão a acolhedor. Quem me conhece, meus amigos, minha família e, aqueles que realmente se interessam por mim, de alguma maneira, vão me ouvir. Hoje, já não importa se fulano ou ciclano me ouvirão, o que acharão de mim. Chega! Eu quero ser essa...que, pessoas que convivem comigo conhecem, sabem, mesmo que mais ou menos, a minha história, como vivo minha vida.
Como diz a música "I am what I am
                                      I am my own special creation
                                      So come take a look"
                                     
Falo, claro, para quem quiser ouvir. Por exemplo, certa vez, sem me perguntarem nada, como de costume, perguntei: eu sei ser séria  sim, mas sabe porque eu prefiro ser assim? Se você tiver tempo e paciência, eu te explico e, qualquer dúvida pode me perguntar. Entendo que deve ter gente com medo de perguntar e me machucar, mas os olhares e a maneira como vou ser tratada me machuca muito mais. 
A vida não é tão gentil assim, mas prefiro conversar e me machucar sabendo do que sem nada, um grande vazio. 

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Eu e os outros "Eus"

Nos manifestamos como podemos. Conflitos são gerados a partir das manifestações humanas e como isso repercute no outro.
Uma vida sem conflitos não existe. Conflituamos conosco mesmo e com o outro.
Intervenções nem sempre são possíveis e, quando são, as consequências poderão ser catastróficas. A fuga seria quase impossível e a loucura bem próxima hehe. Quem está fora da situação pode até "ver uma luz no fim do túnel" e oferecer ou aconselhar uma saída. Mas dificilmente os envolvidos irão dar o braço a torcer.
Quando o assunto é nós conosco mesmo, aí podemos até desabafar com outras pessoas, tentar encontrar caminhos com ajuda de algum profissional, talvez olhar para dentro de si mesmo, etc. Isso tudo pode ajudar, como em algums casos ajuda mesmo. Mas, a resposta final sempre estará com você

domingo, 28 de abril de 2013

Bom, Ruim ou...Assim, Assim

A paixão é uma difusão turbulenta. Depois dessa área de turbulência podemos enxergar a presença ou a ausência de um envolvimento mais significativo. Intenso. Da alma.
Amar é se envolver com prazer e dor.
Para alguns, na minha opinião, o amor se tornou tão banal e o eu te amo tão insignificante, dito assim ao leu.
Tenho medo de amar mas mais medo ainda tenho de não amar. Um sentimento tão estranho que corrói e acaba com tudo que tem lá dentro. E, as vezes, quando a gente acha que acabou com tudo de vez, aparece uma pontinha que pode acabar virando uma grande pontona hehhe
Um psicanalista disse "as pessoas  a trocar de parceiro sempre que impeçam de realizar seus desejos ou obriguem a diminuir o ritmo de vida".
Nunca quis impedir que realizasse nada, pelo contrario, vou impulsionar  nas suas grandes conquistas, afinal sinto muito orgulho de ver quem amo conquistando tudo que deseja, progredindo. E quanto a diminuir o ritmo de vida, é apenas preocupação por lavar uma vida, muitas vezes, muito atribulada.
O amor, um relacionamento é uma via de mão dupla.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

tic, tac...

Como um coração pode funcionar só pela metade?
Pedacinhos dele foram sendo tirados de mim dia após dia. Uns com o meu consentimento, admito, outros sequer me foram solicitados mas de mim roubados.
Nunca fui nem me senti a garota mais bela do mundo, pela qual os garotos suspiravam. Minha auto estima esteve em baixa por muito tempo. Acho que aos pouco, mesmo que aos trancos e barrancos, vou conseguir torná-la no mínimo razoável. Olhava no espelho e não via nada interessante, só alguém
desmoronando no seu reflexo.
Já ouvi diversas vezes que o tempo cura, que com o tempo as coisas podem melhorar, o tempo isso, o tempo aquilo, o tempo... tempo... tempo...
É complicado deixar as coisas a encargo do tempo, e deixar a vida seguir seu curso. Muitas vezes nos propomos e , realmente acreditamos ou não querer isso, a nos "libertarmos das nossas trevas", do que já passou.
Há tempos em que pensamos que o tempo é nosso inimigo. Em certos momentos acreditamos piamente nisso mesmo.
Coisas, pessoas, partes de nós mesmos são perdidas ao longo do tempo.
Mesmo com corações partidos, trevas interiores e exteriores, coisas perdidas pelos caminhos, com tudo isso, a passagem de tempo leva, ou não, de uma forma ou outra, a nos conhecermos melhor.
Ao longo do tempo acrescentamos ou "retiramos" algo a nossa identidade.
Amores vão e vem mas com o passar do tempo sentimos falta daquele amor especial, daquele alguém especial ao nosso lado. Sentimos falta das conversas de antes. Dos carinhos e abraços. Dos sorrisos que arrancava mesmo quando tudo parecia estar um lixo na vida. No seu coração eu estava em casa.
Mas o tempo tira, depois pode colocar tudo de volta...ou pode passar...

quarta-feira, 27 de março de 2013

Vou me equilibrando no meu desequilíbrio....


E assim vou andando...um passo de cada vez, como uma bailarina com uma corda debaixo dos pés.
Sou desequilibrada, fato e não posso mudá-lo, mas vivo da melhor maneira que posso. Mas também não vou usar uma placa amarrada no pescoço com os dizeres AQUI É UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. Irão notar eventualmente, não preciso me justificar, como se precisasse me desculpar por ser assim.
Vou prestar mais atenção em mim agora,  me ouvir, me amar. Deixar o novo entrar e conviver o melhor possível com meus temores. Isso não quer dizer que eles não estarão lá. Aliás, sempre estiveram mas podemos facilitar a convivência né?.
O passado assombra, tentativas requerem coragem e força de vontade e querer, acima de tudo, que tudo possa ser diferente. Demônios, nossas próprias prisões, muitas vezes por acharmos que sempre será a mesma coisa, momentos já vividos e os medos de novamente passarmos por situações um tanto quanto incômodas. Por mais que sejam difíceis de superar em um primeiro momento, frustração maior de não ter havido tentativas será maior que os próprios demônios, que o passado, etc. 
Ouso dizer que o fracasso em si é não ter tentado um dia. Não conseguimos, uma nova tentativa por dia, várias possibilidade de se tentar. Hoje, acredito ser mais feliz como sou, me aceitei em fim. E continuo tentando, fazendo com que meus medos tenham medo de mim, por assim dizer. Lutando com meus demônios (todos temos, assim como nossas próprias prisões). Combatemos como podemos mas o importante é fazê-lo sem nunca deixar que os imprevistos e percalços que a vida nos impõe deixe que desistamos dos nossos propósitos.

quarta-feira, 13 de março de 2013

O que a vida nos reserva?...não sei, vamos viver?

O jogo da vida parece uma roda gigante ou uma montanha russa em um grande parque de diversões.
A vida tem seus altos e baixos, pode andar rápido ou bem devagar. Tudo tem seus dois lados. Tudo em seu equilíbrio  no meu caso desequilíbrio  literalmente falando hehehe.
Tem seus riscos, ventagens e desvantagens. perdas e ganhos. Subidas e descidas. Surpresas inesperadas, boas ou ruins. Dois lados da mesma moeda. Ninguém perde todas nem ganha todas.
Há quem decida experimentar e ir em todos os "brinquedos", tudo de uma vez, outros preferem ir com mais cautela, talvez até com certa desconfiança. Já há quem queira se aventurar mais de uma vez, mesmo que já tenha quebrado a cara. Na verdade, por mais que queira repetir a dose, sempre vai ser uma experiência nova, diferente, mesmo sendo conhecida. Um amante dessa aventura que é viver!
Só sei que essa danada de vida também parece uma grande viagem fadada a acontecer de tudo.Tudo junto, misturado. Uma confusão! Coisas sem explicações aparentes, sem ter esconderijos  Engraçada, confusa. Onde tudo pode acontecer...até não acontecer nada hahaha

terça-feira, 5 de março de 2013

Somos mais do que nossas deficiências....

Excluir uma pessoa só porque ela (ele) é diferente na minha opinião não é lá muito sábio, muito pelo contrário, é burrice. Todos somos diferentes, temos limitações diferentes.Por falta de informação ou medo de sermos julgados, tendemos a nos esconder por acharmos incapacitados para realizar atividade igual ou equivalente a pessoas da nossa idade. Muitas vezes, a pessoa com deficiência poderá exercer tarefa igual, ou melhor do que muita gente "normal" por aí.
Quando nos deparamos com algo ou alguém diferente tendemos a olhar e nos afastar e muitas vezes julgamos sem saber as reais "condições".
Ninguém está isento de um gesto ou palavra preconceituosa. O que algumas pessoas, senão a maioria das pessoas deveriam saber que a discriminação e a prática preconceituosa são hábitos asquerosos e que ninguém merece ser julgado como "ser incapacitado ou coisa que o valia".
Ser deficiente não é uma doença nem alguma coisa contagiosa, só temos limitações diferentes a de uma pessoa sem deficiência.
É do ser humano olhar o diferente, isso é fato. Mas é esse olhar que machuca, incomoda, mas, ao mesmo tempo, não podemos exigir que saibam o que temos, a explicação por nos olharem tanto. O que se quer é respeito a diversidade, ao jeito de ser de cada um.
Não é porque uma pessoa nasce com deficiência que deverá ser excluída. Muito pelo contrário, deve ser tratado com uma pessoa "normal" que é o que ele/ela é.
Cada pessoa, individuo, tem seu tempo, suas peculiaridades. Crianças, adolescentes e até adultos encontram, em geral, muita dificuldades de integração, não só em decorrência do preconceito de outros, mas também por sua baixa auto-estima e pouca sociabilidade.
O preconceito está presente na vida e na realidade de muita gente.Uma das coisas mais difíceis de lidar é o jeito que as pessoas olham para nós.
Por que existe o preconceito?
Preconceito nada mais é do que um julgamento antecipado que geralmente causa muito sofrimento à pessoa vítima desse comportamento. Seja pela cor, raça, religião, posição social ou, até mesmo contra alguém que possua algum tipo de deficiência.
Algumas pessoas tentem a se distanciar e a isolar os que nasceram com alguma limitação.
O que muitos não entendem, é que diferenças existem e estão em todos os lugares. Ser diferente não significa ser incapaz, e sim ter maiores limitações ou limitações diferentes.