quinta-feira, 26 de agosto de 2010
palavras de um coração atormentado.
Querido, meu querido! Preciso que saiba como me matou. Não matou meu amor por você e sim, a vontade de estar ao seu lado.
Fui morta mais uma vez. Me maltratou, foi grosseiro sem precisar ser e, até, para mim, foi por muitas vezes omisso, me sentia esquecida e sem importância. Claro que,nem sempre era assim.
Muita confusão se alastrou dentro de você. Estava disposta a te entender, consolar quando necessário mas, isso você não pode esperar. Seu desespero foi maior, não soube agir com o que estava sentindo, seja lá o que tenha sido. Lamento dizer que vai continuar. Por diversas vezes não vai saber o que fazer, vai ficar cada vez mais difícil se controlar, não vai ser fácil e, acredite, não é, para ninguém.
Por sorte que, vez ou outra, encontramos um alguém que se torna muito importante para nós, que se esforça para nos ajudar, mesmo quando não temos força ou coragem para pedir. Mas, também é preciso saber ajudar a si mesmo, encontrar forças não sei da onde para continuarmos. É complicado porque, as vezes parece que estamos no fundo do poço e precisamos que alguém nos puxe mas, adivinhem...esse alguém somos nós mesmos. Podemos até ter algum empurrãozinho, mas o trabalho é nosso.
Não sei porque é tão difícil pedir ajudar, reconhecer que, pelo menos naquele momento, precisa de alguém para ficar ao seu lado, te ouvir, dar colo se preciso ou, simplesmente, estar com você. Companherismo, cumplicidade, amizade, amor.
Dê-se uma chance, quantas puder mas, se permita uma nova chance para ver que o mundo não é tão ruim assim. As vezes, pode ser amedrontador sim mas,temos que enfrentar as coisas do jeito que der, mesmo que para isso tenhamos que, fazer das tripas coração.
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Eu entendo que todos dizem que eu sou guerreira, que sou uma vitoriosa e, todas essas coisas. Até gosto, de verdade, me sinto bem, valorizada. Mas, temo não suprir as expectativas que possam, por ventura,ser atribuídas a mim.
Me sinto em uma casa onde só tenham paredes e espelhos, por todos os lados. Por onde olho, vejo paredes cada vez mais me encurralando, me espremendo. Um pouquinho a cada vez. Espelhos, que me mostram duas versões de mim mesma. E isso, me assusta.
Posso estar sendo um pouco dramática, mas, é que...,na verdade, me sinto tão confusa que as vezes nem sei mais quem sou eu.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Estou fazendo tudo errado,não estou? as vezes, me olho no espelho e não me reconheço mais. Me pergunto: o que estou fazendo aqui, hoje?
Em um dia, eu sou segura, apaixonada, que sabe o que quer. Em outro, parece que meu mundo está a ponto de desmoronar em cima de mim. Até parece que existem duas de mim. E, não sei quando uma entra em cena e a outra sai.
As vezes penso em fugir daqui, de mim, dos outros...sei lá, me bate um desespero, uma insegurança.
Faço besteira sem querer fazer em casa. Parece que estou explodindo e não consigo me controlar. Faço as coisas sem pensar, como se não fosse eu que estivesse ali. Depois, penso no que fiz, me bate uma tristeza, quero poder consertar tudo o que aconteceu.
Tenho medo, me dá vontade de chorar, de gritar e pedir colo mas, me sinto bloqueada.
Minha mãe, acho que tenho medo de que coloque muita expectativa em mim e eu não dar conta.
Desculpa!
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Mais um dia se passa.Penso em tudo que me disseram e dizem. Procuro não me abalar com os comentários. Não vou dizer que não fico incomodada com o "falatório".Mas hoje, aliás, já a algum tempo, desisti de ficar me preocupando com isso. Tenho que, preciso viver!Eu estou tão feliz. Minha familia me ama, tenho amigos maravilhosos, (meio sumidos, é verdade, mas eu os adoro)Não quero que ninguém fique triste por mim. As vezes, o sofrimento é meio que inevitável mas, aprendemos com isso.
c'est la vie
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Ser ou não ser...
Sei quem sou, mas as vezes, me dá um desespero, sei lá. Até parece que perco um pouco da minha identidade.
As vezes, sinto que falta uma parte de mim, embora, seja muito feliz.
Confesso que é uma sensação um tanto quanto esquisita para mim. Do nada, me sinto estranha, falta um pedaço. É como se não fosse mais a minha vida que eu esteja vivendo...sei lá, acho que não sei mais o que estou falando RS.
Aff... Posso estar aqui falando um monte de bobagem mas, muitas vezes me sinto deslocada daqui, como se esse não fosse o meu lugar.
Muitas vezes, penso: Por que me colocaram aqui, com um bando de gente esquisita, muitas vezes, sem respeito pelos outros.
Já me perguntei também porque me abandonaram quando mais precisei. Por que me sinto tão só, mesmo quando tem gente tão bacana que gosta da gente?
Ainda bem que, não é sempre que me sinto assim.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Dançando, dançando...
Segunda feira, comecei a fazer aulas de dança. Quer dizer, é um intensivo de dança de salão, que tem duração de duas semanas.
Estou gostando muito. Só piso um pouco no pé das pessoas mas...RS
Se pensasse como algumas pessoas da minha antiga escola, jamais pensaria em dançar. Mas, ainda bem que, apesar do que alguns dizem, eu posso isso e muito mais. RS
Me superando através da dança, da música, do teatro, (do amor também, é claro RS). Tudo posso e tudo poderei.
A dança me leva para longe de mim, dos problemas. Me acalma, relaxa.
É bom demais dançar!
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Sou eu mesma. Sempre fui e sempre serei. Menina, mulher. Às vezes menina, outras vezes mulher. Duas em uma, sempre a mesma.
Hoje, sou quem quero ser. Sem medo de tropeçar em minhas dificuldades. Me renovo a cada dia para enfrentar meus medos, angustias, enfim, os desafios de uma vida.
Lidar com os obstáculos que a vida nos impõe não é fácil, ainda mais para mim. Mas a bem da verdade é que nada é fácil, nada vem de graça. É a vida e, ela é para ser vivida assim: um obstáculo de cada vez. É a vitória que torna a vida mais prazerosa.
Meu nome é Júlia de Souza Maia e, todos os dias lido com os meus obstáculos, claro, sempre confiante que vou conseguir superá-los.
Por diversas vezes pensei em desistir, mas, percebi que não é melhor caminho. Preciso enfrentar a vida com todas as coisas boas e ruins que ela tem a me oferecer.
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